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TREINAMENTO E PÚBLICO SIMPLES
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Já havia escrito
anteriormente sobre treinamentos, uma de minhas paixões no trabalho de RH.
Falei sobre minhas viagens, os imprevistos e os treinamentos de fachada, título
de um dos artigos publicados. Hoje pretendo falar sobre o
treinamento para públicos bem simples, sejam eles, os treinamentos, de quais
naturezas forem. Em todas as áreas do
conhecimento os treinamentos são uma poderosa ferramenta de aprendizagem e
aprimoramento profissional. Treinamentos operacionais requerem muitos recursos
técnicos e tecnológicos, por exemplo, ao passo que treinamentos conceituais e
comportamentais requerem em essência uma boa capacidade de transmissão do
conhecimento por parte do instrutor. Independente da natureza
do treinamento, todos eles guardam peculiaridades que devem ser observadas
antes de sua realização. Dentre elas podemos citar público, local, recursos,
tempo e linguagem a ser utilizada. Público
– Qual o público do treinamento? Linguagem
- Nada de linguagem rebuscada e exemplos grandiosos para o público simples.
Neste caso devemos usar a linguagem coloquial e, quando houver a necessidade de
utilização de termos técnicos, devem ser explicados com paciência e muito boa
vontade. Afinal queremos ou não transmitir o conhecimento? Os exemplos de
“cases” também devem ser apropriados e referentes ao mundo social trabalhado. O
uso de gírias e piadas também deve ser observado para evitar o mau gosto e
comentários inadequados. Devo enfatizar que a jovialidade e simpatia são bem
vindas para qualquer tipo de público. Recursos
- Na impossibilidade do uso de ferramentas como Data-Show (projetor de
slides), podemos usar nosso
próprio notebook (computador portátil), como ferramenta
de trabalho. Se for possível podemos adaptá-lo
a uma TV por nós solicitada e cedida por um participante, para
que as imagens sejam visíveis com mais
facilidade. Esta troca de favores, este fazer a turma se sentir
importante e
colaborar na construção do conhecimento pode ser um dos
grandes fatores de
sucesso do treinamento. No caso da falta de computador, o recorte de
figuras de
revistas e jornais pode ajudar a criar pela própria turma, as
imagens e dizeres
correspondentes ao tema em questão. Criatividade,
espontaneidade, puxar constantemente
a participação de todos, lanchar junto, passar um bom
conteúdo, deixar um
contato para sanar dúvidas e sempre agradecer ao final pela
oportunidade de ali
estar, completam os recursos necessários para a boa
transmissão, absorção do
conhecimento e fortalecimento de nossas estratégias como
instrutores, além de nos melhorar como seres humanos! *Ricardo
Alexandre Mendonça é consultor em Recursos Humanos,
mestre em
Psicologia PUC/RJ e
especialista em Educação a Distância (EAD).
Consultor do IVAR - Instituto do Varejo-RJ e consultor por 6 anos do
IBQN na área da gestão da qualidade total.
Formação como avaliador do PQ/RIO 99. Escritor e
palestrante.
Realiza instrutoria e desenvolve projetos de treinamentos nas
áreas
gerencial e de gestão de negócios, tutor EAD do Sebrae
Nacional e
sócio diretor da Diferencial Educação & RH.
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